A central sindical opõe-se a que o cálculo das pensões de reforma seja
indexado à evolução da economia e à demografia.
indexado à evolução da economia e à demografia.
A UGT exige esclarecimentos ao
Governo sobre o que está a ser planeado em matéria de pensões de reforma da
Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA).
Governo sobre o que está a ser planeado em matéria de pensões de reforma da
Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA).
Em causa estão as notícias divulgadas
pela comunicação social sobre o relatório da 11.ª avaliação da troika ao
Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, designadamente a exigência de indexar
as pensões à evolução da economia e à demografia.
pela comunicação social sobre o relatório da 11.ª avaliação da troika ao
Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, designadamente a exigência de indexar
as pensões à evolução da economia e à demografia.
Tal indexação irá “provocar uma
absoluta indefinição e incerteza nos valores a receber no futuro pelos
pensionistas, considerando que ambos os fatores apontados são de tal forma
voláteis e incontroláveis que não permitem, com fiabilidade, garantir que os
valores calculados em cada momento sejam mantidos e respeitados no futuro”,
refere o comunicado do Secretariado Executivo da UGT, emitido hoje.
absoluta indefinição e incerteza nos valores a receber no futuro pelos
pensionistas, considerando que ambos os fatores apontados são de tal forma
voláteis e incontroláveis que não permitem, com fiabilidade, garantir que os
valores calculados em cada momento sejam mantidos e respeitados no futuro”,
refere o comunicado do Secretariado Executivo da UGT, emitido hoje.
A central sindical lamenta “a
confusão instalada no País acerca de uma matéria tão delicada para milhões de
pensionistas do Regime Geral de Segurança Social e da Caixa Geral de
Aposentações, que tão penalizados têm sido nos últimos três anos com os
sucessivos cortes e a aplicação de medidas como a CES”, lembrando que sempre
rejeitou essas medidas.
confusão instalada no País acerca de uma matéria tão delicada para milhões de
pensionistas do Regime Geral de Segurança Social e da Caixa Geral de
Aposentações, que tão penalizados têm sido nos últimos três anos com os
sucessivos cortes e a aplicação de medidas como a CES”, lembrando que sempre
rejeitou essas medidas.
Para a UGT, as sucessivas declarações
de governantes, incluindo do Primeiro-Ministro, sobre esta matéria têm revelado
a “lamentável, e até degradante, situação de indefinição e desarticulação”
entre o Executivo e a troika e até no seio do Governo, pelo que é urgente uma
clarificação.
de governantes, incluindo do Primeiro-Ministro, sobre esta matéria têm revelado
a “lamentável, e até degradante, situação de indefinição e desarticulação”
entre o Executivo e a troika e até no seio do Governo, pelo que é urgente uma
clarificação.
O Governo deve esclarecer “sem tibiezas
e com total transparência onde está a verdade, e que acordo ou compromisso
assumiu com a Troika em relação a uma matéria onde, com insistência, tem
referido que não existirão mais cortes”, frisa.
e com total transparência onde está a verdade, e que acordo ou compromisso
assumiu com a Troika em relação a uma matéria onde, com insistência, tem
referido que não existirão mais cortes”, frisa.
Num assunto tão importante como as
pensões de reforma dos portugueses, a UGT deixa claro que não abdica de, em
sede própria, “contribuir com as nossas ideias e sugestões para o encontro de
soluções que garantam a sustentabilidade do regime público de pensões”.
pensões de reforma dos portugueses, a UGT deixa claro que não abdica de, em
sede própria, “contribuir com as nossas ideias e sugestões para o encontro de
soluções que garantam a sustentabilidade do regime público de pensões”.

