Com o aproximar de um novo ano é tempo de fazer o balanço sobre o período que termina e de perspetivar o que se avizinha.
O ano de 2015 abriu algumas expectativas aos portugueses, embora as dificuldades de trabalhadores e reformados tenham continuado.
Como toda a sociedade em geral, também os trabalhadores bancários têm sido muito penalizados. Em 2015 o setor continuou a ser fustigado por um conjunto de situações difíceis.
O encerramento de balcões sucedeu-se de norte a sul, com a consequente redução de efetivos. As rescisões mais ou menos “amigáveis” prosseguiram. Um ano marcado a negro pelos casos ainda por resolver do Novo Banco e do Banif.
É preciso fazer respeitar, à escala global, os Direitos Humanos, no que se inclui muito em particular o direito a um trabalho digno, justamente recompensado e reconhecido como eixo fundamental para a valorização individual e progresso civilizacional.
Tão ou mais importantes do que no passado, os Sindicatos são hoje essenciais para a prossecução desse objetivo.
Neste momento especialmente complexo, o MAIS mantém-se firmemente empenhado em desenvolver o seu papel histórico em prol dos direitos dos associados.
O ano de 2016 vai ser de particular importância para a vida do Sindicato e dos trabalhadores que representa, aguardando-se para breve a conclusão do ACT do setor e o início de negociações de outras convenções coletivas.
O MAIS é um património dos bancários. A participação de todos na vida e atividades do Sindicato é fundamental para manter viva e interventiva esta Instituição.
