A terra tremeu violentamente no Sudeste da Turquia e Norte da Síria, causando milhares de mortos e de feridos, além de deixar um rastro de destruição que demorará anos a reconstruir. O MAIS Sindicato expressa a sua solidariedade aos povos dos dois países e a todos os seus trabalhadores.
A tragédia que se abateu sobre a Turquia e a Síria às 4h17 da madrugada (01h17 em Portugal) de segunda-feira, dia 6, fez já milhares de mortos e milhares de feridos e há um número indeterminado de vítimas sob os escombros. E os números não param de aumentar.
A violência do sismo (7,8 na escala de Richter), a somar à hora em que aconteceu, quando todos dormiam, contribuiu para que a calamidade fosse ainda maior do que em situações anteriores. E as réplicas continuam.
Há localidades totalmente destruídas e milhões de pessoas sem casa. Faltam recursos de toda a espécie, apesar dos esforços das autoridades, das equipas de socorro e da ajuda internacional – Portugal incluído.
É uma corrida contra o tempo para encontrar sobreviventes entre os escombros. Mas também para prestar auxílio às populações afetadas, que sob a inclemência da chuva, da neve e do frio precisam de tudo: um teto, aquecimento, roupas, comida, água…
E infelizmente o futuro próximo será de escassez – milhares de edifícios para reconstruir, milhares de postos de trabalho perdidos e igual número de desempregados, crianças sem escola e idosos sem recursos.
É nestes momentos de desastre que diferenças e conflitos devem ser esquecidos em nome do bem maior que é a vida humana. E que a solidariedade internacional é valiosa, na partilha da dor, no envio de ajuda humanitária.
Neste momento de infortúnio, o MAIS Sindicato não poderia ficar indiferente ao sofrimento de turcos e sírios e de expressar a mais profunda solidariedade através dos nossos congéneres desses países.

