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MAIS sempre presente no apoio aos trabalhadores do BST

​Os
trabalhadores do Banco Santander Totta (BST) não precisam de ações ruidosas e
inflamadas. Do que precisam, sim, é de quem esteja ao seu lado, a defender os
seus interesses. Como o Mais Sindicato tem feito.

Desde o
início do processo de rescisões por mútuo acordo (RMA) no BST, em outubro de
2020, até este momento, o Mais Sindicato tem estado ao lado dos trabalhadores,
prestando-lhes todo o apoio necessário. Sem barulho, mas com ações.

Quando o BST
iniciou as propostas de RMA a dezenas de trabalhadores, o MAIS de imediato
confrontou o banco, atendendo ao facto de este ultrapassar em muito o habitual
plano anual e não deixar espaço para reformas antecipadas.
Para apoio aos sócios alvo de contactos pelos gestores de recursos humanos do
banco, o Sindicato criou a linha SOS Laboral, através da qual dirigentes sindicais
e advogados ficaram desde logo disponíveis para acompanhar e esclarecer todos
os sócios – e foram dezenas os que procuraram o MAIS, garantindo todo o apoio
na tomada de decisões.

Preocupado
em assegurar o melhor para os que optassem por aceitar a RMA, garantiu aos seus
beneficiários do SAMS a continuidade deste benefício após a saída do banco.

Garantir
a reforma

Ao longo de várias reuniões com o banco, o Sindicato reclamou e denunciou todas
as situações de pressão e ameaças que lhe foram sendo reportadas.
O MAIS pediu ao banco que não enveredasse pelas propostas de RMA, caminho que
só deve ser seguido quando pretendido pelo trabalhador.
Sempre defendeu que o BST privilegiasse acordos de reforma com aqueles que
tivessem mais de 55 anos – batalhou por isso e conseguiu: já este ano, o banco
aceitou esta pretensão do MAIS e iniciou contactos com todos cuja idade era elegível
propondo-lhes acordos de reforma.

Diariamente,
o Sindicato continuou – e continua – a analisar a documentação enviada pelos
sócios que pretendem aceitar as propostas de reforma mas querem garantir que
não serão prejudicados.

E o MAIS, sempre
que deteta qualquer tipo de erro ou omissão, falhas ou indefinições,
imediatamente contacta o banco, exigindo a correção da situação e mantendo
pressão até que esteja resolvida.

Contra as
pressões

Para os que não aceitam qualquer tipo de acordo proposto, o MAIS tem reclamado ao
banco a atribuição de funções. Há muito trabalho para realizar e deve ser
distribuído de forma a não sobrecarregar alguns, enquanto se pretende a saída
de outros. O Sindicato não aceita que sob ameaça alguém fique sem funções.
Da mesma forma, tem denunciado todos os que, em discursos camuflados, intimidam
os trabalhadores, dizendo-lhes que se não aceitarem a RMA poderão vir a ser
alvo de despedimento coletivo – o Sindicato sabe, e o banco também, que tal via
é inadmissível.

Sem
oportunismos

O Mais Sindicato tem uma postura séria e a sua única preocupação é defender os associados.

Ao contrário
de outros, não envereda pela via do conflito nem da maledicência nas redes
sociais. Esse tipo de comportamento, dinamizado por um grupo cujos objetivos
são oportunistas, não ajuda os trabalhadores, mas faz política onde ela
não tem lugar.
O Mais Sindicato continuará o seu trabalho diário: ouvir os sócios para
intervir e reclamar ao banco tudo o que for necessário para protegê-los, exigindo
que sejam tratados com dignidade e reconhecidos pelo que deram ao banco.
O objetivo é ajudar os trabalhadores. E o Sindicato tem-no conseguido
dialogando com o banco e atingindo o objetivo de cada um.

Mas que
ninguém se iluda: o MAIS continuará a não admitir ameaças e pressões, a
denunciar e a intervir a favor daqueles que representa.

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