Desde
24 de março que os portugueses vivem mais dias em Liberdade do que viveram em
ditadura. Nessa data ultrapassámos os longos 17.499 dias de fascismo.
A
data significa mais do que o seu simbolismo evoca. Se no 25 de Abril de 1974
ganhámos a Liberdade, desde então trabalhámos para consolidar a Democracia que
nos faltou durante 48 anos. Éramos inexperientes, mas corajosos no desejo de
tornar os sonhos realidade.
Não
foi um percurso linear nem isento de dificuldades. Na complexidade de construir
um novo País onde tudo faltava houve avanços e recuos, mas a Liberdade e a
Democracia nunca foram postas em causa.
Portugal
é hoje um País mais desenvolvido: na saúde, na educação, na habitação, na
proteção social, nos meios de produção, nas infraestruturas, na liberdade de
informação e de pensamento, na justiça e nos direitos de uma forma geral.
Os
trabalhadores e os seus Sindicatos lutaram contra a ditadura, celebraram a
liberdade e têm lutado de uma forma constante para a consagração de melhores
condições de vida e de trabalho.
Nem
todas as lutas tiveram sucesso, mas nunca desistiram – nem desistem. O futuro
faz-se todos os dias e os desafios não param. Uns se vencem, outros aparecem
para vencer.
No
setor bancário o momento é de dificuldades para os trabalhadores. Mas o Mais
Sindicato não abdica do cumprir o seu dever: defender os bancários. Contra as
injustiças, contra a ganância; pelo emprego, pela justa repartição da riqueza.
O
MAIS saúda
o
25 de Abril
a
Liberdade
a
Democracia

