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Despedimento coletivo: BST não ficará sem forte resposta sindical

​Em resposta à “rescisão unilateral” de 350 trabalhadores anunciada
pelo Banco Santander Totta (BST), Mais Sindicato, SBN e SBC lutarão até às
últimas consequências em defesa dos sócios, o que além da denúncia e pedido de
atuação a diversas instituições públicas poderá abranger uma greve nacional do
setor.

Face
à comunicação do BST de que prepara “medidas unilaterais” em relação aos
trabalhadores que não aceitaram “medidas de reestruturação negociadas”, os três
Sindicatos da UGT anunciam o seguinte:

1. Solicitámos já, com carácter de urgência, uma reunião com a administração do
Banco Santander Totta, que nos permita perceber o alcance das medidas
anunciadas;

2. Apresentaremos à ACT, PGR e Provedoria de Justiça um pedido de análise sobre
a postura do Banco Santander ao longo deste processo, denunciando, do mesmo
passo, uma política de assédio e de discriminação, passível de investigação e
condenação, dando conhecimento da mesma ao Ministério do Trabalho, para que atue
em conformidade;

3. Estudaremos políticas concertadas de luta e reivindicação sindical, sem
colocar de parte nenhuma medida, nomeadamente a convocação de uma Greve Geral
do sector;

4. Sem prescindir, desde já informamos que não consideramos estarem reunidas,
em nenhum caso, sublinhamos, as condições legais para qualquer despedimento
coletivo na Banca, nomeadamente “despedimentos” feitos à medida, com processos
prévios de negociação, assentes na pressão do próprio despedimento.

A
Banca foi longe demais. Declarou guerra aos trabalhadores e aos seus sindicatos
– e terá uma resposta como nunca viu… ou imaginou.

O Mais Sindicato, o SBN e o SBC existem para defender
os seus sócios e, como sempre, estão presentes para apoiá-los em tudo o que
necessitem.

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