Outros artigos:

Congresso aprova Programa de Ação

​A proposta de Programa de Ação apresentada pela Direção ao Congresso foi aprovada por larga maioria, com 18 votos contra e 18 abstenções.

O XVIII Congresso do MAIS terminou hoje, pelas 18h00, após dois dias de trabalho. Participaram nas votações 239 dos 300 congressistas esperados.

O ponto alto da Ordem de Trabalhos foi o debate e votação do Programa de Ação para os próximos quatro anos, que motivou a intervenção de 24 congressistas, além da Direção. A negociação coletiva foi objeto de análise na maioria das intervenções.

A Direção apresentou o documento por áreas setoriais, a cargo dos coordenadores dos respetivos Pelouros.

O Congresso elegeu ainda a Comissão Disciplinar, cuja votação resultou em 147 votos para a lista A, apresentada pelas tendências Socialista e Social-Democrata, 83 votos para a lista B, das tendências Por/Mudar, além de 7 votos em branco e 2 nulos.

Para a Comissão Fiscalizadora de Contas, 149 congressistas votaram na lista A e 82 na lista B. Registaram-se 6 votos em branco e 2 nulos.

Na eleição para os 15 elementos para o Conselho Geral, a lista da Tendência Sindical Socialista (TSS) obteve 91 votos (6 mandatos), a da Por/Mudar recolheu 83 votos (6 mandatos) e a dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD) teve 53 votos (3 mandatos). Dez votos em branco e 2 nulos.

Por fim, na eleição dos elementos do MAIS para o Congresso da UGT, a lista da TSS alcançou 92 votos (40 mandatos), a da Por/Mudar conquistou 81 votos (35 mandatos) e a lista TSD granjeou 57 votos (25 mandatos). Registaram-se 6 votos em branco e 2 nulos.

As tendências Por/Mudar apresentaram ao Congresso seis moções, cinco delas rejeitadas. Foi aprovada por larga maioria a Moção contra o outsourcing, a externalização, precarização e instabilidade na banca, que registou ainda 5 abstenções.

A constituição do sindicato único de âmbito nacional do setor financeiro foi um dos temas mais falados pelos congressistas e, inclusive, pelos convidados representantes do SBC, do STAS e pelo secretário-geral da Febase.

A UGT esteve representada pelo seu secretário-geral e pela sua presidente, que nas suas intervenções destacaram a importância do MAIS no movimento sindical democrático e na UGT.

No primeiro dia do Congresso, na sexta-feira, os trabalhos foram suspensos para dar lugar à comemoração dos 40 anos do SAMS, altura em que foram homenageados antigos dirigentes que deram a sua contribuição para a construção do serviço médico-social do MAIS.

Na edição deste mês da revista O Bancário será publicada uma reportagem completa sobre o Congresso.

Partilhar: