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BST: Sindicatos reúnem-se com Governo e administração

​Mais
Sindicato, SBC e SBN têm já reuniões agendadas para expor a situação dos trabalhadores
do Banco Santander Totta (BST) e defenderem as suas prioridades: saídas da
instituição só por acordo e reformas em detrimentos de rescisões.

Na sequência das medidas
decididas na passada semana pelos três Sindicatos dos Bancários da UGT na
defesa dos trabalhadores do BST, foram solicitadas diversas reuniões.

A intervenção da UGT no processo,
que solicitou uma audiência urgente ao Governo, teve já desenvolvimentos: a audiência
está confirmada para amanhã, dia 4 de maio.

Por sua vez, a administração do
banco também respondeu ao pedido dos Sindicatos: a reunião está marcada para
quarta-feira, dia 5.

Entretanto, os três Sindicatos
aguardam a resposta dos grupos parlamentares com indicação de datas para as
reuniões solicitadas.

Prioridades

MAIS, SBC e SBN – os sindicatos mais
importantes do setor – assumem a sua responsabilidade de tudo fazer para
defender os trabalhadores. E, conscientes do medo que se vive na instituição e
da fragilidade da posição dos trabalhadores, optaram por protegê-los sem, por
agora, os envolver ou expor. Muitos são os caminhos para resolver este processo,
consideram.

Os Sindicatos insistem em duas
prioridades:

– Que os trabalhadores só saiam do
banco por acordo;

– Que o banco dê seguimento ao
processo de reformas, em detrimento de rescisões por mútuo acordo (RMA).

Esgotar
todas as vias

Ao contrário de outros, os
Sindicatos da UGT querem preservar os trabalhadores do BST. Sem demagogias,
recorrerão a todas as vias ao seu alcance para defendê-los, sem os empurrar
para o conflito ou expô-los na praça pública. Serão os Sindicatos a dar a cara
por todos e por cada um. Mas
se for necessário, e em última instância, chamá-los-ão para se
juntarem à luta.

 MAIS, SBC e SBN querem resolver o
problema dos trabalhadores e acreditam que vão consegui-lo sem guerra e com paz
social.

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