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Aos trabalhadores do Millennium bcp

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Os
Sindicatos da FEBASE tomaram conhecimento de que diversos diretores do BCP, num
processo e de uma forma que consideramos como inqualificável e ao arrepio de
instruções superiores (?), estão a contactar e a pressionar colegas no sentido
de rescindirem o seu contrato de trabalho, aconselhando-os a contactar a Direção
de Recursos Humanos para um primeiro contacto exploratório.
Trata-se
de um procedimento irregular por parte de chefias, que deveriam estar mais
preocupadas em desenvolver os negócios do banco do que em pressionar
trabalhadores para rescindirem o seu contrato de trabalho.
O acordo
que a FEBASE assinou com o BCP prevê, quando entrar em vigor, a implementação pelo
banco de um plano de reformas antecipadas e de um plano de rescisões de
contrato de trabalho por mútuo acordo, com uma oferta global de 1,5 de
remuneração mensal efetiva por cada ano de trabalho, com aplicação de 1,6 de
remuneração mensal efetiva por cada ano de trabalho nas primeiras três semanas
do plano voluntário a lançar em 2014. Os detalhes dos planos voluntários serão
divulgados oportunamente.
A FEBASE
lembra que o Millennium BCP não está obrigado a aceitar todas as candidaturas
apresentadas, conforme consta do documento distribuído pelo banco, com o titulo
“ PERGUNTAS E RESPOSTAS – MEMORANDO DE ENTENDIMENTO COM OS SINDICATOS”.
Por este
motivo aconselhamos todos os trabalhadores nossos associados a aguardarem a
divulgação das normas – publicitadas de forma clara – antes de iniciarem
qualquer processo de negociações.
Os Serviços
Jurídicos dos Sindicatos da FEBASE estão à disposição de todos os associados
para informá-los sobre os seus direitos.
Os
Sindicatos da FEBASE assinaram com o Banco Comercial Português um acordo que
prevê alterações num conjunto de cláusulas do ACT. Fizeram-no de boa-fé, tendo
em vista a salvaguarda de algumas centenas de postos de trabalho – pelo que
esperam da parte do banco igual procedimento.
Por isso
aguardamos que o Conselho de Administração do banco dê instruções, de forma
clara e precisa, a todas as suas Direções para que suspendam, de imediato,
todas as pressões e ameaças que estão a efetuar sobre os trabalhadores, de forma
mais clara ou mais subtil, no sentido de rescindirem os seus contratos de
trabalho.
 
 
 
 
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