As instituições de crédito (IC) têm demonstrado uma posição pouco flexível à mesa das negociações, mantendo quase inalterada a proposta inicial. A Febase exige que o impasse seja rapidamente ultrapassado, sob pena de enveredar por outro caminho.
O processo de negociações para revisão do ACT do setor bancário continua a decorrer, mantendo a metodologia e a agenda previamente acordada.
Concluída a primeira leitura coletiva do clausulado constante das propostas de ambas as partes, foi dado início a uma segunda análise das cláusulas que ficaram pendentes por questões consideradas de pormenor.
Tudo faria supor que nesta segunda abordagem as divergências começassem a ser ultrapassadas, dado a causa do diferendo poder ser considerada “menor”.
A Febase manifestou disponibilidade para reformular algumas das cláusulas, sem pôr em causa o essencial das matérias em discussão. No entanto, tal abertura não se tem verificado por parte do Grupo Negociador das Instituições de Crédito, que se mantém fechado nas suas posições iniciais.
A Febase considera que esta situação carece de ser rapidamente ultrapassada, posição que transmitiu veementemente na sessão de 7 de maio. Face a este quadro, nova reunião foi agendada para 21 de maio, com objetivos claramente definidos.
Para a Federação, o grupo Negociador tem de alterar a sua posição, sob pena de ser forçada a enveredar por um caminho que não deseja, mas que também não rejeita.

