Com o aproximar de um novo ano é tempo de fazer o
balanço sobre o período que termina e de perspetivar o que se avizinha.
O ano de 2013 foi muito difícil para os portugueses, especialmente para trabalhadores
e reformados. O combate ao défice e à dívida pública tem exigido sacrifícios extremamente
pesados, que deixarão marcas profundas na sociedade.
e reformados. O combate ao défice e à dívida pública tem exigido sacrifícios extremamente
pesados, que deixarão marcas profundas na sociedade.
A atividade económica continua débil e as falências sucedem-se, com
consequências terríveis sobre o emprego. O número de pessoas sem trabalho mantém-se
em níveis insustentáveis – com o consequente aumento da pobreza – e os últimos indicadores
estão longe de prenunciarem uma vida melhor para milhares de portugueses.
consequências terríveis sobre o emprego. O número de pessoas sem trabalho mantém-se
em níveis insustentáveis – com o consequente aumento da pobreza – e os últimos indicadores
estão longe de prenunciarem uma vida melhor para milhares de portugueses.
Como toda a sociedade em geral, também os trabalhadores bancários têm
sido muito penalizados. Em 2013 o setor continuou a ser fustigado com um
conjunto de situações que há uns anos seria impensável verificar-se na banca.
sido muito penalizados. Em 2013 o setor continuou a ser fustigado com um
conjunto de situações que há uns anos seria impensável verificar-se na banca.
O encerramento de balcões sucede-se de norte a sul, com a consequente
redução de efetivos. As rescisões mais ou menos “amigáveis” prosseguem. Depois
de 2012 ter ficado marcado a negro pelos casos do Barclays, do Banif e do BCP,
2013 chega ao fim com a incerteza a pairar sobre os trabalhadores da Parvalorem
e novamente do BCP.
redução de efetivos. As rescisões mais ou menos “amigáveis” prosseguem. Depois
de 2012 ter ficado marcado a negro pelos casos do Barclays, do Banif e do BCP,
2013 chega ao fim com a incerteza a pairar sobre os trabalhadores da Parvalorem
e novamente do BCP.
Na Função Pública e nas empresas que estão no perímetro do Estado – em
que se incluem algumas do setor bancário como a CGD, o Banco de Portugal e
diversos institutos – os trabalhadores mais uma vez viram os seus salários
sofrerem cortes, bem como a generalidade dos reformados.
que se incluem algumas do setor bancário como a CGD, o Banco de Portugal e
diversos institutos – os trabalhadores mais uma vez viram os seus salários
sofrerem cortes, bem como a generalidade dos reformados.
Para 2014 perspetivam-se mais dificuldades, mais sacrifícios. O
Orçamento do Estado teima na austeridade, com cortes brutais na despesa social.
Orçamento do Estado teima na austeridade, com cortes brutais na despesa social.
Tudo isto tem provocado uma profunda alteração nas estruturas da
sociedade, a um ritmo que já não é de séculos, nem de décadas – mas de anos,
por vezes mesmo de meses, se não de dias.
sociedade, a um ritmo que já não é de séculos, nem de décadas – mas de anos,
por vezes mesmo de meses, se não de dias.
É preciso fazer respeitar, à escala global, os Direitos Humanos, no que
se inclui muito em particular o direito a um trabalho digno, justamente
recompensado e reconhecido como eixo fundamental para a valorização individual
e progresso civilizacional.
se inclui muito em particular o direito a um trabalho digno, justamente
recompensado e reconhecido como eixo fundamental para a valorização individual
e progresso civilizacional.
Tão ou mais importantes que no passado, os Sindicatos são hoje essenciais
para a prossecução desse objetivo.
para a prossecução desse objetivo.
Neste momento especialmente complexo, o MAIS mantém-se firmemente
empenhado em desenvolver o seu papel histórico em prol dos direitos dos
trabalhadores.
empenhado em desenvolver o seu papel histórico em prol dos direitos dos
trabalhadores.
O ano de 2014 vai ser de particular importância para a vida do Sindicato
e dos trabalhadores que representa. As lutas que se avizinham não serão fáceis,
dada a situação do País e a intransigência das entidades patronais – nomeadamente
nas negociações para a revisão global do ACT do setor bancário.
e dos trabalhadores que representa. As lutas que se avizinham não serão fáceis,
dada a situação do País e a intransigência das entidades patronais – nomeadamente
nas negociações para a revisão global do ACT do setor bancário.
O MAIS é um património dos bancários. A participação de todos na vida e
atividades do Sindicato é fundamental para manter viva e interventiva esta
Instituição.
atividades do Sindicato é fundamental para manter viva e interventiva esta
Instituição.

