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MAIS congratula-se com decisão do Constitucional

O MAIS congratula-se com o recente
acórdão do Tribunal Constitucional sobre três normas do Orçamento do Estado e com
as devidas repercussões no setor empresarial do Estado.
Serão abrangidos pelas consequências
do acórdão os trabalhadores de empresas e institutos como o Grupo CGD, DRAP,
IFAP, IRHU, IGAP e IT.
Perante a decisão do Constitucional,
o Sindicato solicitou à administração da CGD uma reunião, com o objetivo de
obter esclarecimentos sobre como vai o banco proceder à reposição salarial que
o acórdão implica.
O encontro será aproveitado para
debater outros temas, nomeadamente a aplicação integral do Acordo de Empresa,
ou seja, de tudo o que tem estado congelado por imposição do Orçamento.
 
Privatização
Face às notícias que têm vindo a
público sobre a privatização da CGD, o MAIS tomou as devidas providências para
apurar a veracidade dessa informação. E segundo soube junto de altas
instâncias, não há intenção de privatizar o banco público.
A confusão advirá do compromisso
assumido com a troika de vender a parte seguradora da Caixa, como veio a
acontecer.
No entanto, o Sindicato continuará
atento ao evoluir da situação.
 
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