
1974/1975
– A Revolução do 25 de Abril acaba com a ditadura e instala a Democracia. Desde a primeira hora, os bancários celebram o novo regime.
– O primeiro 1.º de maio celebrado em liberdade junta quase um milhão de trabalhadores no atual estádio do INATEL, em Lisboa. O Sindicato tem uma representação significativa, com muitos bancários presentes.
– Em maio é fixado o primeiro Salário Mínimo Nacional: 3.300$00.
– A 28 de agosto é promulgada a primeira Lei da Greve.
– Os bancários aderem de forma significativa ao “Dia de trabalho para a Nação”, proposto pelo Primeiro-Ministro e apoiado pela Direção do Sindicato que é celebrado no domingo 6 de outubro.
– O Sindicato desenvolve diversas iniciativas para reivindicar a nacionalização da banca, chegando mesmo a enviar uma moção ao Primeiro-Ministro.
– O Conselho de Ministros de 7 de março reafirma o direito à sindicalização dos trabalhadores da CGD, através do ingresso nos Sindicatos dos Bancários.
– Na sequência do 11 de março e visando evitar a sabotagem económica e a fuga de capitais para o estrangeiro, os bancários respondem ao apelo da Direção e encerram os bancos, concentrando-se em vigília no exterior dos balcões.
– O Decreto-Lei de 13 de março determina a nacionalização da banca. Foi a primeira ação legislativa do Conselho da Revolução, que os bancários aplaudem numa manifestação que enche a Baixa lisboeta.
– Apoiada pelos bancários, a Direção ocupa o palacete da Rua Marquês de Fronteira, em Lisboa, para aí instalar os serviços clínicos.
