
1966
– Começam a ser dados passos para as ações que levarão à rutura com a ideologia dominante.
Em 12 de março de 1968 é eleita, para os Corpos Gerentes, uma lista que se opõe ao regime. Os elementos eleitos não foram homologados pelo Ministério das Corporações, pelo que só tomam posse um ano mais tarde. O Sindicato não mais deixou de ser uma referência na luta sindical e política pela melhoria das condições laborais da classe.
1970
– O Sindicato encontra-se entre as organizações sindicais fundadoras da Intersindical Nacional, o primeiro movimento que consubstancia a luta organizada da generalidade dos trabalhadores contra o sindicalismo corporativista.
1971
– Por ordem do Governo, de 29 de julho, foram encerrados os Sindicatos dos Bancários de Lisboa e do Porto, por tempo indeterminado, acusados de promoverem a agitação social. Os Sindicatos são reabertos alguns meses depois, com a nomeação governamental de comissões administrativas.
1972
– A 26 de julho bancários manifestam-se em Lisboa contra a prisão de Daniel Cabrita.
1973
– Bancários de Lisboa e do Porto manifestaram nas ruas, em 6 de julho, o seu desacordo em relação à contraproposta apresentada pelo Grémio para o novo CCT, em fase de arbitragem.
