O presidente do MAIS e do SAMS foi o convidado do programa da RTP Internacional sobre digitalização da saúde, tendo como exemplo o Serviço de Assistência Médico-Social dos bancários.
A história do SAMS do MAIS desde a fundação em 1975 até ao momento desfilou nas imagens do programa Network Negócios, transmitido na RTP Internacional no dia 7 de dezembro.
Rui Riso explicou as razões que estiveram na origem da criação de um serviço de saúde para os bancários, cuja prestação de alguns cuidados médicos já era provida pelo Sindicato desde 1936.
“Prevenir e antecipar nos cuidados de saúde é a nossa prioridade”, disse Rui Riso, adiantando que o SAMS realiza 500 mil consultas por ano em 52 especialidades e subespecialidades. “E temos o Hospital para tratar”, acrescentou, sublinhando a competência dos profissionais de saúde.
O SAMS possui um acelerador linear e quimioterapia no tratamento de doenças oncológicas e o seu Hospital, totalmente informatizado, foi considerado um dos melhores do País num estudo da DECO.
Com um movimento anual de um milhão e 300 mil exames, 500 mil tratamentos e 50 mil cirurgias, o SAMS tem “uma visão completamente diferente” da concorrência, pois é simultaneamente prestador de cuidados de saúde e financiador, não tendo fins lucrativos.
Dispondo da tecnologia mais avançada na área de diagnóstico graças a um acordo com a Siemens, que permite ao SAMS ser pioneiro em muita da sua tecnologia para a área da saúde.
“Estamos ao nível dos melhores do mundo. Outros hospitais poderão ter equipamentos iguais, mas nenhum tem equipamento superior ao nosso”, frisou Rui Riso.
A inovação tecnológica alcançada na área do diagnóstico é fundamental na prevenção da doença, e essa “tem sido sempre a aposta” do SAMS.
Cuidar da saúde dos bancários e familiares é a prioridade do SAMS, mas desde 2013 os seus avançados meios tecnológicos estão também ao dispor da população, através de acordos e parcerias com seguradoras, empresas de cruzeiro, embaixadas, bancos e sindicatos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.
Veja a entrevista na íntegra.

