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Mais Sindicato repudia pressões da CGD sobre trabalhadores

​O Mais
Sindicato tem estado a acompanhar os trabalhadores e a dar-lhes aconselhamento
jurídico face aos convites do banco para rescisões e pré-reformas – e continuará
a fazê-lo, em tudo o que os sócios precisem – e não tolerará pressões.

Ao abrigo do
programa de recapitalização acordado com a DGCom em 2016, a CGD tem dado
cumprimento ao plano de reestruturação reduzindo o seu quadro de pessoal, tendo
que atingir este ano a diminuição de efetivos negociada.

Para atingir
esse objetivo, o banco tem promovido programas de rescisões por mútuo acordo (RMA)
e planos de pré-reformas. Mas por não ter logrado até agora obter as saídas
necessárias, enveredou por um processo de pressões e ameaças aos trabalhadores
que o Mais Sindicato não aceita nem aceitará.

Entre as
formas de pressão utilizadas pela administração da CGD está a retirada de
isenção de horário de trabalho (IHT) aos trabalhadores e a ameaça de mudança de
local de trabalho àqueles que não aceitem uma das propostas.

O Mais
Sindicato não tolera este tipo de comportamento abusivo e agirá em
conformidade.

Entretanto,
o Sindicato tem acompanhado todos os seus sócios que o solicitaram, seja
através de apoio jurídico, seja
acompanhando por videoconferência as entrevistas com
os recursos humanos do banco, nas quais são formuladas as propostas de rescisão
ou pré-reforma.

Nesse sentido, o Mais Sindicato manifesta a sua total disponibilidade
para acompanhar e dar apoio a todos os sócios que assim o entenderem,
independentemente da tomada das medidas que considere adequadas para exigir que
a administração da CGD respeite os direitos dos trabalhadores.

 

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