Festejamos mais de meio século de Liberdade e Democracia. Muitos portugueses, felizmente, nunca conheceram outra forma de vida e dão por adquirido o que somos e temos. É uma postura perigosa, quando por todo o mundo o populismo e a extrema-direita ganham espaço.
A data significa mais do que o seu simbolismo evoca. Se no 25 de Abril de 1974 ganhámos a Liberdade, desde então trabalhámos para consolidar a Democracia.
Não foi um percurso linear nem isento de dificuldades. Na complexidade de construir um novo País onde tudo faltava houve avanços e recuos, mas a Liberdade e a Democracia resistiram.
Portugal é hoje um País mais desenvolvido, embora muito esteja ainda por fazer, em muitas áreas. Exigindo mais empenho, mais força e união para melhorar e suprir graves carências.
Mas não nos deixemos enganar por aqueles que têm outros interesses, que gritam e incitam na ânsia de nos conduzir rumo ao passado. Que no desejo de avançar, não dos deixemos iludir acreditando que recuando e alienando direitos e princípios será mais fácil. Não será: a ditadura prova-o.
Os trabalhadores e os seus sindicatos lutaram contra a ditadura, celebraram a Liberdade e em Democracia têm lutado de uma forma constante para a consagração de melhores condições de vida e de trabalho. Umas vezes com sucesso, outras nem tanto, mas cada revés só deve aumentar a determinação e a vontade de triunfar. Os desafios não param: uns vencidos, logo outros aparecem para vencer.
No setor bancário o momento é complexo para os trabalhadores. Novos riscos, como a automação ou a inteligência artificial, aliam-se aos antigos, criando uma miríade de problemas.
Mas o Mais Sindicato não abdica do cumprir o seu dever: defender os bancários. Contra as injustiças, contra a ganância; pelo emprego, pela justa repartição da riqueza.
O MAIS saúda:
o 25 de Abril
a Liberdade
a Democracia
o direito de lutar pela justiça

